Mostrando las entradas con la etiqueta balada. Mostrar todas las entradas
Mostrando las entradas con la etiqueta balada. Mostrar todas las entradas

lunes, 6 de agosto de 2012

Adoro

Letra y composición: Armando Manzanero
Interpretación: Chavela Vargas

Adoro la calle en que nos vimos,
la noche cuando nos conocimos,
adoro las cosas que me dices,
nuestros ratos felices, los adoro, vida mía.

Adoro la forma en que sonríes
y el modo en que a veces me riñes,
adoro la seda de tus manos,
los besos que nos damos, los adoro, vida mía.

Y me muero por tenerte junto a mí,
cerca, muy cerca de mí, no separarme de ti,
y es que eres mi existencia, mi sentir,
eres mi luna, eres mi sol,
eres mi noche de amor.

Adoro el brillo de tus ojos,
lo dulce que hay en tus labios rojos.
Adoro la forma en que me besas,
y hasta cuando me dejas,
yo te adoro, vida mía.

........................... 
Balada escrita por Manzanero a mediados de la década de 1960.

sábado, 4 de agosto de 2012

Nem um dia

Djavan

Um dia frio,
um bom lugar pra ler um livro
e o pensamento lá em você,
eu sem você não vivo.

Um dia triste,
toda fragilidade incide
e o pensamento lá em você
e tudo me divide.

Longe da felicidade e todas as suas luzes
te desejo como ao ar,
mais que tudo,
és manhã na natureza das flores…

Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes,
não te esquecerei um dia,
nem um dia,
espero com a força do pensamento
recriar a luz que me trará você.

E tudo nascerá mais belo,
o verde faz do azul com o amarelo,
elo com todas as cores
pra enfeitar amores grises.

................................
Del disco Malásia, 1996.

martes, 12 de junio de 2012

Beleza pura

Letra y composición: Cateano Veloso
Interpretación: Cateano Veloso y Maria Gadú

Não me amarra dinheiro não,
mas formosura, dinheiro não,
a pele escura, dinheiro não,
a carne dura, dinheiro não…

Moça preta do Curuzu, beleza pura,
federação, beleza pura,
boca do Rio, beleza pura
dinheiro não…

Quando essa preta começa a tratar do cabelo
é de se olhar,
toda a trama da trança, trança do cabelo
conchas do mar,
ela manda buscar pra botar no cabelo
toda minúcia, toda delícia.

Não me amarra dinheiro não,
mas elegância.

Não me amarra dinheiro não,
mas a cultura, dinheiro não,
a pele escura, dinheiro não,
a carne dura, dinheiro não…

Moço lindo do Badauê, beleza pura,
do Ilê Aiyê, beleza pura,
dinheiro yeah, beleza pura,
dinheiro não…

Dentro daquele turbante dos Filhos de Gandhi
é o que há,
tudo é chique demais, tudo é muito elegante,
manda botar,
fina palha da costa e que tudo se trance,
todos os búzios, todos os ócios.

Não me amarra dinheiro não,
mas os mistérios.
Não me amarra dinheiro não,
beleza pura...


…………………………………..
Canción lanzada por Caetano en el disco Cinema trascendental (1979) y regrabada en con Gadú en la coletánea Multishow ao Vivo (2011).

miércoles, 9 de mayo de 2012

Canção do astronauta perdido

Letra y composición: Arrigo Barnabé
Interpretación: Tuca Fernandes & Quinteto Delas

Há muitas naves pelo espaço,
todas procuram o astronauta perdido,
ele viaja sozinho
buscando a estrela mítica,
Galadriel! Galadriel!

É o veterano da armagura,
o vagabundo do espaço.
nem Blade Runner nem Flash Gordon,
nem Blade Runner nem Flash Gordon,
o astronauta perdido.


…………….
Canción lanzada por Arrigo en el disco Tubarões voadores, 1984.